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Tertúlia Feminista. Não existe hierarquia de opressão.

‎12 11 tertulia na bota.‎001 Manamiga Escola, Comunidade, Cultura
Inscreve-te ou aparece por lá:

manamiga.portugal@gmail.com INSCRIÇÕES ENCERRADAS

Local:

B.O.T.A. (bebidas à venda no local) Endereço Largo Santa Bárbara, 3D

Data:

Domingo 12 de novembro – presencial

Horário:

das 17h às 19h

Contribuição para escola:

10 euros (cobrados no evento), quem não puder pagar o valor total, contribui com quanto puder.

Inscrições encerradas!!

Tertúlia Feminista. Não existe hierarquia de opressão.

Sobre o conteúdo

Baseadas no artigo de Audre Lorde (que será disponibilizado para as inscritas anteriormente ao evento por email ou no instagram – peça o seu para nós mesmo que não possa comparecer à tertúlia), com título “Não existe hierarquia de opressão”, vamos debater o tema, trazer nossas referências, opiniões e construir novas ideias. Venha participar. Basta se inscrever ou aparecer na B.O.T.A.

TEXTO MÁRCIA TIBURI NA REVISTA CULT 22/03/2017:

Audre Lorde, uma das mais instigantes pensadoras do feminismo negro, afirmou em um texto importantíssimo que não há hierarquia de opressão. A luta contra a opressão deve ser de todos. E se é de todos ninguém deve ser apagado nessa luta.

A própria ideia de luta implicaria a de solidariedade contra a opressão.

Atualmente, no entanto, acontece algo curioso. É como se as lutas tivessem entrado em conflito no momento em que cada um parece tratar a a opressão sob a qual padece como se ela fosse a única e esquecesse, de algum modo, a opressão do outro. Nesse momento, podemos nos perguntar, mesmo que soe indelicado: quem esquece a opressão, não se torna ele mesmo um opressor? Vale a provocação em um momento no qual é preciso pensar melhor sobre certas filigranas políticas decisivas para a lógica da luta.

Tendo isso em vista, podemos tentar trabalhar uma das questões mais graves que as lutas políticas enfrentam nesse momento: a da sua própria divisão. Uma pergunta precisa ser colocada: pode existir uma luta dividida? Ou melhor, que tipo de luta é a luta dividida? Qual seu alcance? O mesmo podemos dizer sobre o campo da esquerda como lugar onde se organiza, historicamente, a luta contra a opressão de classe. Podemos nos perguntar se pode haver uma esquerda dividida? Se a divisão da esquerda, assim como a da luta, não implicaria sua própria destruição?

Por último, o que vem sendo chamado de “divisão da esquerda” foi produzido pela própria esquerda, ou pela direita? Quem realmente ganha com essa divisão?

O QUE É A TERTÚLIA MANAMIGA? Um espaço de diálogo no qual vamos propor uma discussão a partir de um texto ou autora. Queremos que os nossos encontros sejam inspiradores e descontraídos, acompanhados por um copo de vinho! Esperamos por todas neste evento, que tem também como finalidade financiar as atividades da escola (na entrada do evento cobraremos 10 euros – quem não puder contribuir com este valor, contribui com o que puder). Apoia a manamiga e vem participar nesta discussão! (bebidas à venda no local)

Dinamizadoras: Valquiria Porto e Marta Martins

Fundadoras da Escola Manamiga e ativistas feminista

Defendemos uma educação feminista para todos na escola pública. Enquanto este dia não chega, batalhamos para que projetos como a manamiga possam ser acessíveis para todas as pessoas.

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