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Tertúlia Feminista. Usos e abusos do género.

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Inscreve-te ou aparece por lá:

manamiga.portugal@gmail.com INSCRIÇÕES ENCERRADAS

Local:

B.O.T.A. (bebidas à venda no local) Endereço Largo Santa Bárbara, 3D

Data:

Domingo 10 de dezembro – presencial

Horário:

das 18h às 19h

Contribuição para escola:

10 euros (cobrados no evento), quem não puder pagar o valor total, contribui com quanto puder.

Inscrições encerradas!!

Tertúlia Feminista. Usos e abusos do género.

Sobre o conteúdo

Baseadas no artigo de Joan W. Scott (que será disponibilizado para as inscritas anteriormente ao evento por email ou no instagram – peça o seu para nós mesmo que não possa comparecer à tertúlia), com título “Os usos e abusos do género”, vamos debater o tema, trazer nossas referências, opiniões e construir novas ideias. Venha participar. Basta se inscrever ou aparecer na B.O.T.A.

Trecho reportagem Geledés:

A historiadora, assumidamente pós-estruturalista, retoma o método de desconstrução do francês Jacques Derrida e busca, de fato, desconstruir vícios do pensamento ocidental, como a oposição tida como universal e atemporal entre homem e mulher (PISCITELLI, 2002). Scott, também influenciada por Michel Foucault, entende o gênero como um saber sobre as diferenças sexuais. E, havendo uma relação inseparável entre saber e poder, gênero estaria imbricado a relações de poder, sendo, nas suas palavras, uma primeira forma de dar sentido a estas relações.

Juntando esses referenciais, Scott conclui que gênero é uma percepção sobre as diferenças sexuais, hierarquizando essas diferenças dentro de uma maneira de pensar engessada e dual. Scott não nega que existem diferenças entre os corpos sexuados. O que interessa a ela são as formas como se constroem significados culturais para essas diferenças, dando sentido para essas e, consequentemente, posicionando-as dentro de relações hierárquicas.

São símbolos e significados construídos sobre a base da percepção da diferença sexual, utilizados para a compreensão de todo o universo observado, incluindo as relações sociais e, mais precisamente, as relações entre homens e mulheres (CARVALHO, 2011). Temos, portanto, a tal utilidade analítica de gênero: a possibilidade de nos aprofundar nos sentidos construídos sobre os gêneros masculino e feminino, transformando “homens” e “mulheres” em perguntas, e não em categorias fixas, dadas de antemão.

O QUE É A TERTÚLIA MANAMIGA? Um espaço de diálogo no qual vamos propor uma discussão a partir de um texto ou autora. Queremos que os nossos encontros sejam inspiradores e descontraídos, acompanhados por um copo de vinho! Esperamos por todas neste evento, que tem também como finalidade financiar as atividades da escola (na entrada do evento cobraremos 10 euros – quem não puder contribuir com este valor, contribui com o que puder). Apoia a manamiga e vem participar nesta discussão! (bebidas à venda no local)

Dinamizadoras: Valquiria Porto e Marta Martins

Fundadoras da Escola Manamiga e ativistas feminista

Defendemos uma educação feminista para todos na escola pública. Enquanto este dia não chega, batalhamos para que projetos como a manamiga possam ser acessíveis para todas as pessoas.

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